terça-feira, 30 de junho de 2009

Lançamento do filme O Resgate da Política


Uma realização dos mandatos Eliomar Coelho, Marcelo Freixo e Chico Alencar, o filme O Resgate da Política, de Fabio Pereira, será lançado no dia 2 de julho no auditório do SINDSPREV, às 18h, Rua Joaquim Silva, 98/A, Lapa. A produção pretende desconstruir a ideia de que todo político é igual e de que política só se faz em época de eleições. Provoca um debate sobre a política institucional, a necessidade de reformas e mostra como educadores, artistas, religiosos, jovens, intelectuais e populares se mobilizam e entendem o seu fazer como um ato político.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Movimentos repudiam governo do Peru

por Camila Marins

Na manhã desta quarta-feira, dia 17, entidades, organizações e movimentos sociais se manifestaram em frente ao Consulado do Peru, no Rio de Janeiro. Os manifestantes se concentraram na frente do prédio e foram recebidos pelo Cônsul-Geral adjunto, Carlos Tavera, que recebeu o documento assinado pelas entidades. Este ato foi uma demonstração de repúdio à violência do Governo Peruano e de solidariedade aos povos indígenas amazônicos deste País. O Cônsul se comprometeu a intermediar o diálogo com a embaixada e a transmitir o documento ao governo peruano. “Lutamos por uma integração justa e democrática da América Latina e todo governo que extrapola e que retira direitos das minorias deve rever sua posição. Por isso, viemos pedir a abertura de diálogo para evitar atos de violência como esse que acontece no Peru”, explicou o advogado e diretor de Direitos Humanos da Casa da América Latina, Modesto da Silveira.
Também esteve presente o presidente do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Jefferson Moura. Ele afirmou que é fundamental a solidariedade das organizações de esquerda. “Esta é uma luta que vai além, uma luta pela resistência latino-americana. Somos companheiros de luta de uma mesma causa. O PSOL se solidariza e se une à voz dos povos do mundo para condenar o massacre dos nossos irmãos indígenas peruanos”.
Há pelos dois meses, os campesinos estão sofrendo forte repressão do governo peruano, enquanto as forças conservadoras encasteladas querem incluir as regiões de “desenvolvimento sustentado” no Tratado de Livre Comércio (TLC), aprovado via decreto, sob exigência dos EUA. Desde então, a perseguição às lideranças indígenas aumentou.
A intransigência do governo Alan García, em aliança com setores mais retrógrados e conservadores, tem fechado as portas para o diálogo e aberto o caminho para o genocídio. Este massacre coloca na ordem do dia, em particular aos povos pan amazônicos, a solidariedade e a coordenação da luta pela defesa da maior área de biodiversidade e reservas aqüíferas de todo o planeta.
Solidária à causa, a Casa da América Latina em conjunto com outras entidades promoveu o Ato de Repúdio ao Presidente do Peru, Alan García. “Esse gesto feito por brasileiros internacionalistas demonstra a importância da integração dos movimentos sociais e progressistas da América Latina e, certamente, tem efeito multiplicador. É bom lembrar que o Peru é um dos únicos dois países com governos de direita, além dele, temos a Colômbia, enquanto podemos considerar os demais governos como progressistas ou de esquerda. Essa luta estreita as relações com os países e orienta a unidade dos movimentos contra o imperialismo”, disse Ivan Pinheiro, vice-presidente da Casa da América Latina.
Estiveram presentes ao ato: IPDH; João Luiz Pinaud-RAMA-RJ; MST; CECAC; FIST; PSOL; PCB; Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro; Pastor Mozart Noronha- Pastor Luterano; Modesto da Silveira- Dirigente nas Causas dos Direitos Humanos; MT; CENTRO CULTURAL JOSE MARTÍ; COMITÊ DE SOLIDARIEDADE AO POVO DA PALESTINA; Coletivo de Mulheres Ama Montenegro; UJC.

Solidariedade aos povos indígenas amazônicos do Peru

No dia 5 de junho, dia Mundial do Meio-Ambiente, o governo de Alan Garcia desencadeou um brutal massacre na cidade de Bagua, na Amazônia peruana, matando mais de 30 indígenas. Há três meses os povos indígenas se mobilizam contra os decretos do governo peruano que colocou a venda a Amazônia permitindo uma exploração arbitrária de minerais e petróleo. Isto faz parte do acordo de livre comércio que o governo peruano realizou com os Estados Unidos.
A intransigência do governo de Alan Garcia, em aliança com os setores mais retrógrados tem fechado as portas para o diálogo e aberto o caminho do genocídio, não escutando inclusive instituições nacionais como a Defensoria Pública, que comprovou a inconstitucionalida de dos decretos legislativos emitidos para implementar o Tratado de Livre-Comércio com os EUA.
O PSOL se solidariza e se une à voz dos povos do mundo para condenar a massacre de nossos irmãos indígenas peruanos, por parte das forças policiais do governo lacaio do imperialismo, reacionário, fascista do Alan Garcia. Defendemos o fim das perseguições ao líder indígena Alberto Pizango - líder da AIDSEP - Agencia Interétnica de Desenvolvimento da Selva Peruana.
Este massacre feito com toda premeditação teve a intenção de calar as vozes que protestam e pressionam pela anulação dos nove decretos, assinados no marco do Tratado de Livre Comércio (TLC) com os Estados Unidos, para entregar os bosques, água, hidrocarbonetos e todos os recursos naturais da Amazônia às transnacionais. Este massacre coloca na ordem do dia, em particular aos povos pan amazônicos a solidariedade e coordenação da luta para a defesa da maior área de biodiversidade e reservas aqüíferas de todo o planeta.
O PSOL se solidariza e se une à voz dos povos do mundo para condenar a massacre de nossos irmãos indígenas peruanos por parte das forças policiais do governo de Alan García. Exigimos o fim do toque de recolher e do estado de emergência em vigor em quase toda a selva peruana.
O PSOL se soma as vozes internacionais e se soma ao dia 11 de junho, data fixada pela Coordenadora Andina de Organizações Indígenas como dia de manifestações contra este massacre, atos públicos de repúdio em nosso país.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Hoje acontece segundo debate das teses para Congresso

Quinta-feira passada, dia 04/06, aconteceu o primeiro debate das teses para o Congresso Nacional do PSOL. As teses apresentadas foram “Postular o PSOL como Alternativa para Disputar Influência de Massa”, “Novos Tempos para o PSOL”, “Em Defesa do PSOL Democrático, Classista e de Combate” e “Um Partido Militante para um Brasil dos Trabalhadores e Socialista”. No site do Partido (www.psolrj.org.br), estão disponíveis links para parte das apresentações de cada tese.
Hoje, terça-feira, dia 09/06 às 18h, no Sindsprev (Rua Joaquim Silva, 98 - Lapa) serão debatidas as outras teses: “Construir o Poder Popular em Direção ao Socialismo e à Liberdade”, “Possibilidades do PSOL nos Desafios por um Novo Brasil”, “Uma Alternativa Popular, Ecológica e Socialista para o Brasil” e “Colocar o Socialismo na Ordem do Dia”.
Participe, ajudando a construir nosso partido! Leia as teses em www.psol.org.br e compareça!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Site do Congresso do PSOL está no ar

Já está no ar o site do 2º Congresso Nacional do nosso partido. Este espaço foi criado para manter a militância informada sobre o evento, garantindo informações sobre a realização das plenárias municipais, dos congressos estaduais e de outras atividades ligadas ao Congresso.
Para acompanhar todas as informações basta acessar: www.congresso.psol.org.br

Site do Congresso do PSOL está no ar

Já está no ar o site do 2º Congresso Nacional do nosso partido. Este espaço foi criado para manter a militância informada sobre o evento, garantindo informações sobre a realização das plenárias municipais, dos congressos estaduais e de outras atividades ligadas ao Congresso.
Para acompanhar todas as informações basta acessar: www.congresso.psol.org.br

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pescadores em defesa do trabalho e do meio ambiente

Os pescadores da Praia de Mauá/Magé, organizados no Grupo Homens do Mar da Baía de Guanabara, realizarão um ato em frente à Petrobrás (Av. Chile) nesta quarta-feira, dia 27/05, às 11h30.

Objetivo:

O objetivo do ato é cobrar da Petrobrás a responsabilidade social com os pescadores que estão sofrendo o impacto social, econômico e ambiental, causado pelas obras do Pólo Petroquímico (Projeto do PAC), na Baía de Guanabara.

Histórico:

A implantação do Projeto GLP, parte do Projeto do Pólo Petroquímico, está causando diversos impactos sócio-econômicos e ambientais na Baía de Guanabara, principalmente sobre os Pescadores, alguns com suas atividades totalmente inviabilizadas.

Pela falta de diálogo e proposta alternativa por parte da Petrobrás, os pescadores organizados no Grupo Homens do Mar iniciaram um processo de mobilização pelo direito ao trabalho e em defesa do meio ambiente, cobrando a responsabilidade social da empresa. A mobilização consistia em parar a obra de um gasoduto, que está sendo executada pela empresa GDK/Oceanic, realizada na Praia de Mauá no local de pesca, inviabilizando totalmente a atividade.

Durante a mobilização se iniciou um forte processo de ameaças. No dia 1º de maio uma das lideranças – o presidente da Associação – sofreu um atentado de quatro disparos de arma de fogo contra sua embarcação.

Operações do GAM (Grupo Aero Marítimo da Polícia Militar) contra a mobilização foram constantes até que, no dia 14/05, sem ordem judicial e de forma absolutamente violenta, o GAM reprimiu a mobilização pacífica dos pescadores, detendo três deles e apreendendo quatro embarcações de forma completamente arbitrária.

Por conta de denúncias sistematicamente feitas pelos pescadores, as Secretarias Municipais de Meio Ambiente e da Fazenda, a prefeitura de Magé e o Conselho Municipal de Meio Ambiente da cidade vistoriaram o canteiro de obras do GLP e o interditaram, devido à ocorrência de mais de 42 itens de irregularidades, havendo dúvidas, inclusive, acerca do processo de licenciamento do empreendimento.

Na madrugada do mesmo dia da interdição das obras, dia 22 de maio (sexta-feira), por volta das 23h, três homens com armas pesadas entraram na casa do tesoureiro da Associação dos Homens do Mar (AHOMAR). O pescador, que já se encontrava deitado, foi levado para a sala de sua casa, onde foi brutalmente espancado. Então, os três homens o levaram para fora de casa e o assassinaram com cinco tiros na cabeça. Os assassinos deixaram o corpo e saíram num carro, cuja placa estava ocultada por um plástico preto.

O projeto GLP, um dos projetos do PAC na Baía de Guanabara, tem impactado o meio ambiente e inviabilizado a atividade de pesca artesanal, principal forma de sustento de cerca de 3.000 pescadores. Por isso os pescadores estão na luta em defesa do trabalho e do meio-ambiente.

Participe desta Luta pelo Direito ao Trabalho e em Defesa do Meio Ambiente!

Fonte: Agência Petroleira de Notícias